A Prisioneira das Sombras - O que destaca dos outros Romances



A Prisioneira das Sombras - Um Romance Histórico


O que destaca dos outros Romances já publicados são as datas reais que mantive no Romance alterando apenas o evento da realidade ficcional.
Aiyra é uma descendente da família indígena e que por conflitos puramente religiosos e capitalistas fora entregue em mãos desconhecidas.
Sua tia por codinome Tara tenta salvá-la de todas as formas, morreria se fosse preciso. Mergulhada no terror psicológico na qual viveu perdendo seus pais jovens, foi forçada a amadurecer. Criou sua irmã como se fosse sua filha legítima, embora nunca tivera filhos. Viu toda a sua família ser morta por pessoas tiranas e mandadas pelo pai de seu cunhado. Abraçou as tristezas bravamente e visitou o ar da morte por inúmeras vezes.
A única que tinha sobrado das raízes da família Muruá seria a sua sobrinha Aiyra e ela se manteria forte em todos os aspectos para eternizar o único fio da amorosa família Muruá que só entendia o que era amar.
As datas cronológicas iniciam numa era nacionalista, passa por diversas transformações sociais e políticas.
Abrange calorosamente as transformações políticas do país em razões de respeito, modernidade e diplomacia.
A neutralidade do país em manter a paz e as diligências conflituantes nesse acordo entre Nações.
Na Primeira Parte do Romance conta Oitenta e cinco anos de Histórias nas quais relata desde 1836 as passagens mais auspiciosas do Brasil.
E, na Segunda Parte em produção reunirei datas conflitantes iniciando a década de Vinte.

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