Edgar Allan Poe





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Quem já não ouviu falar desse ilustríssimo autor?
Ele teve uma vida bem definida quando se trata da Literatura, embora tenha partido muito jovem.
Foi em seu curto destino entrelaçado de mistérios, suspenses e segredos que deixou uma incógnita até mesmo sobre a sua sepultura.
Mas, o símbolo misterioso até mesmo de sua morte o deixou num estado de glória.
Seus Contos atravessaram séculos e ainda resiste com êxito a força de suas memórias. O único instrumento mais concreto que deixou de sua estimada vida.
Presumo que todos já conhecem as suas histórias, mas, muitos se perguntam se sua vida não fora um tanto as suas próprias palavras.
Um de seus livros o deixou obsoleto e nada mais foi como antes.
Porque todos sabem, que quando os nossos próprios demônios vem à tona, não é possível contê-lo mais dentro de nós. Jamais conseguiríamos domesticar assim, como o Gato Preto. Um dos seus personagens mais aterrorizantes que perdeu um dos seus olhos pelo vislumbre da ira.
O que mais seria capaz de fazer em sua insanidade senão encobertar um corpo na parede de sua própria casa? Arrancar um olho de um gato ou enforcá-lo numa árvore?
Uma mente perturbada pela depressão literária faz com que o homem se perca num labirinto de pura maldade para então se encontrar com o seu próprio demônio e ser aniquilado por suas próprias mãos e maldade.
Um crítico brilhante, maldoso por natureza que seguiu piamente em sua carreira e que lhe trouxe sucesso. Pois, as palavras de um autor revela muito quem ele é por trás.
Sua vida não foi diferente.
Mas, o que me trás a falar deste homem de sucesso é o respeito que imponho à ele e de sua coragem em manifestar em sua histórias. Não seria possível descrever a mente de um autor atemporal com tamanha honestidade em seus Contos.
O que me trouxe um desafio de escrever um Conto sobre a minha Gata Preta.
É da mesma forma apegada, me segue por todos os lados, entra em meus sonhos e me acorda como uma felina selvagem no meio da noite.
A história do Gato Preto é um tanto surreal para ouvir e acreditar nas mesmas emoções que os felinos tem pelos seus donos.
Amo o terror, porém gostaria de contar uma história menos aterrorizante, apenas a realidade de como é o nosso dia-a-dia. E, surgiu essa ideia, embora, eu acredite que a minha gata é um pouco estranha e eu tenho o parecer que muitos das lendas sobre gatos acaba tendo um pouco de verdade. 
Como o olho do gato ao meio-dia. Existe uma lenda do demônio das doze horas. Que o gato vive em dois mundos, que ele possui sete vidas.
Na verdade, não é porque ele não morre, mas, porque ele reencarna sete vezes.
São muitas histórias super interessantes e que vale a pena ler para se aventurar.

Então, logo estarei publicando o meu Conto!




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