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Nas Mãos do Alquimista

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  — Porque os viajantes do tempo quando passam por panaceia, obcecado pelo frasco dourado, deixam mais do que levam. Anulam parte de suas vidas em busca do elixir para manter o espírito preso à carne. E, perdem mais tempo procurando do que existindo. Buscando a pedra que não é pedra de um fragmento que já possuem em si. O frasco dourado que contém o elixir da vida existe na forma de magia, mas o conteúdo que tomas é o que desperta em ti o valor de quem és de verdade. Senão, a busca se torna perdida, o fragmento de nada serve e o poder que contém para sempre será selado. Tudo deve ser numa dimensão tríplice, aceitado pelos reinos elementares e difundidos em ti numa multiplicidade de imersão e transformação na qual o poder alcançado seja em ti digno. Por outra ocasião, que não seja um buscador puro, o poder contido no frasco não surtirá efeito. Porque tudo vem de dentro e não de fora. OUÇA O RESUMO AQUI Fragmento do LIVRO [EM PRODUÇÃO] NAS MÃOS DO ALQUIMISTA TEXTO COM ©DIREITOS AUTORAIS

Belisama em Fases Lunares

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Mãe da escuridão Aquela, cuja manifestação, está no céu em trevas, No fundo das cavernas No verde das matas. No anoitecer do dia, A escuridão das profundezas estelares, e que adormecida ouve os sussurros dos peregrinos na terra. Mãe, que canta com o assopro dos ventos e faz o coração pulsar de alegria. Escondida entre a luz que se fundiu permanece gloriosa para ouvir os que em silêncio declama a sua aparição no céu. Esplendorosa mãe que se prepara para descortinar o véu da reflexão, abre os sentidos e os faz mergulhar no mais profundo oceano de fantasia e imaginação. Mentes que varrem os mares em busca de explicação. Pavorosos olhos noturnos que viajam sobre as ondas procurando um punhado de elucidação. Peregrinos, crianças do tempo que desejam compreender quem és, para onde vais e o que são. O silêncio do tempo em cada coração reflete de volta a seu mestre interior todas as respostas. E, no entanto, o som do mundo não os deixam ouvir a voz que clama, que chama e que induz. Volta, pere

A Prisioneira das Sombras

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Coronéis, soldados, anfitriões de todas as partes do mundo dando uma salva de palmas para os musicistas que fariam a festa dar vida aos ouvidos de todos. As pessoas tinham acomodados de forma circular com os mais nobres vestidos e vestimentas da época. Os trajes a rigor foram alvos das fotografias sucessoras que renderam um espaço no mundo da moda. Em meados de doze ou quinze anos construíram algo que se dissesse brandura iria tornar uma palavra longínqua nas mãos dos arquitetos. Toda a estrutura do salão tinha suas riquezas ornamentais feitas pelas mãos de grandes artistas. Em especial o que tinha dado vida ao teto com tamanha realeza em cores. As enormes colunas sustentando as decorações gigantescas de gesso redesenhando como se fossem rosas ao vento. Os gigantescos lustres dourados que reluziam ao retrocesso de cada luminosidade e a formosura da cúpula que se estendia por mais de setenta metros. O salão fora preparado para as danças típicas e das óperas. Antes de