A Deusa e a Limalha do Tempo



 

A DEUSA E A LIMALHA DO TEMPO


Na atualidade, o homem explora o universo galáctico, em sua imensidade de constelações se vê como a cabeleira do cometa que visita a terra aproximadamente, de setenta em setenta anos. Ainda por teorias como as perguntas do próprio homem em evolução.

Em sua esfera de mensagem que ao atravessar um ponto visível ou não na atmosfera, deixa gases que sublimam no ar quando aproximam do sol. Parte desses gases, nas quais o homem já identificou, mas ainda não cultivou a fundo do núcleo por ser de forma inexplorada em custo e tempo.

O homem poderia iniciar uma jornada de pesquisa no núcleo abaixo dos pés, mas não viveria para ver o resultado, seria anos de pesquisa, caro e não haveria submarinos tão potentes que atravessaria o anel de fogo da eterna deusa.

Cabe o homem viver por suas teorias aplicáveis, sustentáveis, e eficazes que os deixa adequados a uma explicação razoável para a sua existência.

Mas, em demonstrar tanto interesse às teorias nas quais nos levam para portas que nos induzem em outras portas, os movimentos da terra emitindo seus prótons, elétrons e nêutrons são de alguma forma a pulsação do coração do universo. E, como o interior do homem que repousa, assim é o todo que renova.

Em sua oscilação, onde a terra percorreu as linhas da limalha do tempo, no sentido de abrir o núcleo ionizante que repele as suas radiações temporais, usam a esfera de radiação para formar o próprio tempo, porque o tempo em suas camadas não existe. Apenas, ele sendo tempo, seguindo a etimologia da palavra que ao dividir torna-o em material do polônio.

A teoria e a mensagem dos filósofos nunca foram de alguma forma razoável para discernir o real significado, guardando assim, o seu valor e o seu segredo. Nas teorias Newtonianas, ele usou o discernimento em seus cálculos que foram em base para a ciência, conspiratórias em seu tempo, mas que arrancou do universo as três leis que são a inércia do seu trabalho. Algumas fontes citam que houve erro sobre os seus cálculos em comparação a estrela que visita a terra de setenta em setenta  anos aproximadamente, mas usaram as suas teorias, as suas leis e as suas bases. — Por que não criaram as suas próprias teorias e montaram as suas bases de cálculos? Sem citar, é claro, os primeiros registros de historiadores da Grécia, Índia e China. Essas teorias em questões de discernimento, na área de Astronomia eram as mais avançadas. E, logo perceberam que as suas teorias estavam corretas.

Nas mãos da grande deusa que balança a terra, as oscilações de Chandler que estão por suspensa.

Voltando às oscilações da terra que demora um curso mais longo para terminar uma oscilação completa do eixo. Novamente, as radiações temporais dão vida às normas do seu sistema de tempo. O eixo temporal que oscila e que numa fórmula tridimensional, acelera e repousa em sua trigésima terceira linha da limalha do tempo. Onde, em dois conjuntos de aproximadamente, dezenove anos repele do seu núcleo a estrela que atravessa a terra. As duas luas cheias simbolizam como o homem e a mulher em processo de fecundação, dando assim, um período de gestação terrestre.

Todo o processo de oscilação acontecendo, o período de tempo advindo e o contorno de suas radiações sub fracionadas sendo emitidas. O calor gerando energia, a radiação criando o tempo e os valores teosóficos acendendo o novo.

Ao eixo de sua circunferência chega em seu ponto máximo, concluindo os nove metros, tempo em que a radiação temporal demonstra ao período do homem por dezoito anos, na teosofia o nove. Em sua soma teosófica como a gestação da mulher e a variação em posição ao seu ponto de partida de sete metros finais, onde o torna mais uma vez, o início da metade do ano, seus 182,5 dias exatamente, e somado de forma teosófica o aparecimento do número sete. A oscilação que apresenta os seus 433 dias, simboliza em termo filosófico e estritamente pessoal, o renascimento da terra. Simbolizando os 46 cromossomos. Seu tempo, em questão de desdobramento para concluir as oscilações secundárias torna-o como um novo tempo a cada dezenove anos, em ocasião de grau, peso e medida, e simbolizando o dez. Conclusão e cíclico. Pois, a massa terrestre sobre a densidade aquática multiplicada na proporção atômica nucléica equivale a bússola que gira a sua alavanca e que essa magnitude está protegida sob a aliança de fogo, mas esse condutor de energia distribui em linhas de polaridades entre reversões, que é a base de cálculos.

Há razões que os grandes pensadores têm sobre a obra invernal de tempo. Que tudo existe as suas explicações plausíveis, e bem mais profundo do que a teoria, existe as suas fórmulas que os coloca em xeque. Se a vida está em torno de um compasso cósmico, há razões mais significativas do que as simples teorias.

A oscilação de Chandler se tornou um desafio, se há arquivos existentes, estão guardados a sete chaves. E, como um filósofo dedicado aos seus estudos sobre quaisquer tema, caminhar e prosseguir é o avanço para cada onda de eletromagnetismo, aperfeiçoando-me ao mundo desconhecido.

As divisões, somas e cálculos sobre o valor indicado de dias, são somados de forma teosófica, porque nada é por inteiro, mas o valor oculto do tempo que conhecemos por horas. Esse valor é a chave que Tesla indicou e que acredito que deva ter sido ignorada.

Há razões para a humanidade estar seguindo nessa jornada.

Em seu devido tempo, quando a harmonia da humanidade estiver em balanço com o universo, os segredos nele contidos serão revelados.


Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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