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Semente estelar - uma breve teoria

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Teoria; uma estrela binária — um ventre  Equação teórica de uma semente estelar — ordem azeviche   Assim, como os seres humanos precisam de uma incubadora, onde o calor gerado é necessário para formar os códigos. Mediante, o canto, ou seja, o som desse oriundo mundo esmiúça os códigos e transportam para as suas bases de bpms os rítmicos de energia, e assim, vai abrindo, expandindo, rasgando de suas potenciais forças, os canais de existencial pós . Pois, a vida em si já existe, a inteligência celular já mantém engendrado o código inteiro; o todo que se guarda velado na semente fecundante se expressa na luz apenas para transmitir na matéria o código que antes guardava sob a esfera; a pequena bolota que eclodiu no grande ato; o big bang . A semente, ou sêmen revelou-se o seu deus. — E, o universo? — Onde poderia manter a incubadora? A grande mãe em seu código de alinhamento e conexão para gerar mundos? No esquema da vida tudo é gerado por somas, o todo é gerado potencialmente pe

A Deusa e a Nova Genoma

 




A DEUSA E A NOVA GENOMA

 

O ambiente do mundo microcosmo dentro do ambiente macrocosmo refute desafios ao homem desde que o identificou como parte da criação inteligente do universo. Contendo em nós o desencadeamento perfeito da sequência que compõe em maestria genética. Ainda somos capazes de formular inúmeras perguntas sobre quem comanda toda a maestria que segue como líderes invisíveis e duros. Abrindo energicamente a replicação, da hélice que molda e que genuinamente estipula a sua formação ou a sua destruição.

Em sua sondagem ambiente, o tempo na qual formula a iniciação do todo pode ser comparada como a lunação das duas luas cheias e a sua vista em tempo de aparecimento. Tudo em conformidade ao dezenove.

Em vista de que nós somos a cópia do holograma negativo, como a oxidação aberta e fechada. Em respectivo, em citação dada, no nascimento onde o zigoto aguarda o andamento de sua chave iniciadora, a linha digitável para destravar a sua escala miríades da vida, salva uma cópia. E, do conjunto de cromossomos que gravita sobre as moléculas condensadoras e que se mantém ainda em oxirreduções, inicia-se então, a oxidar. Na qual abre espaço em seu próprio genoma para os prótons, elétrons e nêutrons. Pois, a abertura na camada pelúcida já enviou ar como símbolo universal de origem. Cada uma em sua função biológica e com a determinação imensurável de organização perfeita, fabricada de inteireza.

Ainda sem morfologia nucléica, acontece as replicações em base de soberania celular. A cor e a massa atômica trabalham em conformidade nas distribuições para outros efeitos em completude com a sua inteligência una. Após, concluir a escala inicial, na qual em aproximadamente dezenove dias a linha digitável criou a sua esfera de tempo. Com o conceito de que a sua criação seja finalizada. A sequência em forma de escala sem ter criado a morfologia do núcleo se estende aos efeitos dos períodos que o irradiou.

A luz da auréola os leva divididos para a cavidade, o vácuo do mundo. A matéria pura.

Em períodos iguais as divisões do universo se dividem em sucessíveis transformações que equivalem ao cem.

Desde que se iniciou, todo o processo foi seguido por inúmeras fontes, cada átomo em sua especificação mestre, dirigido por um fenômeno invisível de inteligência, de argúcia, de clareza e grandeza. Ao efeito de que o quão é formado, se origina de tudo e o todo.

A criação positiva do ser dando o parecer do real se diz ao fato do ser em criação seja a massa sólida. E, o molde, sendo a fotocópia negativa, o corpo astral, a verdadeira fonte do ser mantém a oxirredução intacta. Mas, ainda em construção, a genoma replicável do ser continua sendo moldada, fabricada e replicável com o poder do éter. Onde, guarda o segredo da deusa, a linha digitável do tempo e as limalhas das trinta e três camadas de ionização, que por meio da esfera da carga magnética, onde distribui a carga positiva e negativa cria a existência.

Em sua estrutura onde se criou o corpo lúteo, já com tamanha inteligência cósmica e bela trás consigo engendrado a sua fortaleza. O corpo celeste então, após criado determina aos hormônios o equilíbrio.

Se desfaz, após onze dias, senão houver gravidez. E, mesmo reincidindo a sua existência temporária, o tempo é um dos fatores do universo.

Em sua complexidade, o homem recria estudos na área da epigenética, compreendendo os valores do acima, como em parte genética. Sem alterar, é claro o DNA. — Mas, a hereditariedade trouxe a resposta das doenças geradas após os conflitos dos genes?

Se, em sua formação plausível de criação, onde tudo é medido e restaurado, replicado e conceituado num corpo etéreo, como o lúteo. — A genética pura dentro da matéria pura, erraria?

Seus codens condensados e utilizados vão e foram nomeados por razões biológicas e os vazios foram de alguma forma, algo que o criador da genoma nos proporcionou para implantar ao longo da vida. A cura. E, podemos dar as ordens, como o criado secundário do corpo em ação temporária. Onde as rédeas de nossa existência é o nosso campo radioativo, que a escala dos períodos pré-existentes vá se tornando a esfera parecida como o Nox.

Aberto e fechado, em proporções horárias e anti-horárias. Perdendo elétrons, existência, aberta.

Material condensado, onde a genoma está contida, instalada por coesão. Sua síntese pura, sem ter ocorrido a morfologia biológica.

A nova genoma em decretos por estudos acima da genética deve trazer ao longo da vida resultados surpreendentes. Se, com ênfase cobrir avaliar o abaixo, na matéria primeira, de forma que o ser em sua fase de replicação torna-o como qualquer criação divina. Isto, se diz, desde os vegetais, diferenciando que a matéria orgânica vem pelo conjunto de sua inteligência celular e secular, originária para cumprir o seu papel. Qual seja, o vidro, ou o cristal, ou a erva, ou o animal.

Sempre em contrapartida, de que o seu papel secundário é o de gerar as impressões de existência temporária em efeito e originalidade.

Por efeito, o homem ainda é a criação que surpreendentemente por sua inteligência altera fatores de origem, ignora seu poder interno e avalia conceitos sem provas. Vê o que acredita por realidade externa e se cega ao verdadeiro papel que lhe foi perpetuado, o poder intuitivo.

Porque todos nós somos deuses.

 

Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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