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Lua Negra - A Lua Serpentária

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  Lua Negra — A Lua Serpentária A Ordem 5,77.5 Um contorno entre as apóstrofes celestes; 29,53085106382979. Os perímetros usados dentro de sua raiz e multiplicado pelo código do zodíaco equivale seu lugar de origem, nesse ambiente relativo alterna em sua linha visionária de tempo as formas de luz e sombra, criando a sua orbita por frações nas sombras e abrindo as inclinações às suas fases. Mediante, a sua distância, ângulo e grau. Orbitando sob a atmosfera nas mesmas proporções de tempo na qual o homem carrega em sua medula. A força antes que ordenou as 13 lunações e ondas sobre as marés, alternam em vivas e mortas, em relação as 11 principais especificidade de posições entre 3 pontos, terra, lua, sol e em oposição, lua terra, sol. Essa alternância e repetição que atua sobre o campo gravitacional gera a vida. Onde a designação das ondas longas e curtas conserva as proporções fotorreceptoras. Todo o trabalho do 9 e 7 no macrocosmo se repete ao microcosmo, e vice-versa. Inicia-se então,

A Prisioneira das Sombras




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Tudo se inicia quarenta anos antes do nascimento de Aiyra. Quando ainda seu bisavô xamã era vivo e liderava uma vila inteira de índios descendentes de aruaque.

Um coronel se muda para a vila das aldeias Baníua e se instala por acordo capitalista. A paz que reinava terminou e uma guerra entre eles começou. A resistência dos índios em lutar por suas terras transformou tudo ao redor e em cada vida que ali permanecia.

A história é ambientada na região norte do país e na era nacionalista. O país passa por várias transições sociais e políticas. Pela questão religiosa que foi um marco na trama e pela derrocada economia.

No período da crise que estourava a era romântica depressiva teve os treze generais que assinaram o documento para existir equilíbrio e idealismo na sociedade. Mas, durante e depois das crises se estabelecendo, com as máquinas avançando o retrocesso humano, as fábricas de carros aparecendo, a transformação virando realismo eles se perderam na história.

Diante de um país republicano os treze generais usaram de suas ciências para idealizar uma nação reivindicando sua legitimidade. Isso, jamais deveria ser esquecido.

Por outro lado, duas irmãs parteiras improvisaram um parto fúnebre porque a mãe morrera. E tanto o corpo da senhora Iramaia Belarte quanto da recém-nascida Aiyra tinham desaparecido.

Ainda havia faíscas sobre a questão religiosa e imediatamente pela persecução penal que regia aquela década de fogo foram presas.

Doze anos se passaram esquecidas entre os abatidos acordos numa tentativa de apresentar provas contundentes. Para a preeminência elas foram consideradas perturbadas e as intrigas alheias não passavam de pessoas desocupadas e fanáticas. Em todo o caso, pelo fato de duas pessoas estarem desaparecidas e um registro de trabalho ter sido encontrado. Elas foram soltas com o benefício da dúvida. Mas, perante as possibilidades mentais como mencionou um promotor foram conduzidas para um hospital de pesquisas. Onde, de fato ficaram reclusas mais cinco anos.

O caso é reaberto devido um documento achado por elas e o Estado pagam-nas em milhares de reis sem consentir o grave erro.

Elas se mudam para Barcelos em uma vila chamada Mariuá viver o que restou de suas vidas. E descobre o paradeiro da menina e sua tia.

Só que desta vez, todo o segredo horrível da família Belarte é revelado.

A história demarca várias passagens políticas que no Brasil foi fato. Uma mistura de realismo na ficção.


Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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