A Prisioneira das Sombras




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Diante dos conflitos sociopolíticos e econômicos as classes nobres tinham um novo divertimento, mesmo com todo o ar desconfortante que vinha da região sulista.

O início da década de vinte tinha dado o primeiro passo na Arte da Literatura e a revista Klaxon foi a responsável em transmitir essa influência modernista abrindo as portas para um mundo mais inovador.

Aiyra, assim, como o resto do país estavam otimistas, porém, lá no fundo sabia que não estava pronta para um novo recomeço em sua vida e passar tanto tempo com o seu professor abriria portas para aquele amor infundado, indiscutível e arrebatador.

Definitivamente, o seu coração não estava em primeiro plano, mas, os seus filhos e a sua conduta.

Victor Carsan. Neto dos herdeiros Carsan que recebera uma fortuna deixado no testamento de seu avô, mantinha na cidade uma atividade cultural barrocada pela burguesia com truques de ilusionismo.

O detetive Romano estava desconfiado devido a sua fama imediata e a sua jovialidade ter como uma marca de estreia, algo que só ele poderia saber quando visitou as cenas dos crimes.

Ao ser chamado no departamento de polícia, seu inspetor o inseriu no caso RAE. Especificou que aquele caso era confidencial já que na Vila da São Francisco fora descoberto dois corpos talhados com um símbolo antigo.

No meio de uma comoção devido a carta que gerou sensacionalismo político, a carta de Artur Bernardes. Estavam eufóricos sobre quem estava usando símbolos de bruxaria em assassinatos.


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