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Novidade Filosófica!

Lua Negra - A Lua Serpentária

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  Lua Negra — A Lua Serpentária A Ordem 5,77.5 Um contorno entre as apóstrofes celestes; 29,53085106382979. Os perímetros usados dentro de sua raiz e multiplicado pelo código do zodíaco equivale seu lugar de origem, nesse ambiente relativo alterna em sua linha visionária de tempo as formas de luz e sombra, criando a sua orbita por frações nas sombras e abrindo as inclinações às suas fases. Mediante, a sua distância, ângulo e grau. Orbitando sob a atmosfera nas mesmas proporções de tempo na qual o homem carrega em sua medula. A força antes que ordenou as 13 lunações e ondas sobre as marés, alternam em vivas e mortas, em relação as 11 principais especificidade de posições entre 3 pontos, terra, lua, sol e em oposição, lua terra, sol. Essa alternância e repetição que atua sobre o campo gravitacional gera a vida. Onde a designação das ondas longas e curtas conserva as proporções fotorreceptoras. Todo o trabalho do 9 e 7 no macrocosmo se repete ao microcosmo, e vice-versa. Inicia-se então,

A Deusa e a Estrela de Fogo

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  A DEUSA E A ESTRELA DE FOGO   Sois o ser vibrante que gerou das cinzas de minha morte, formei-o por ocasião de amor e compreensão de que o mundo médio torna-o regenerado e de emoção me torna novamente ao lugar de origem. Em ocasião do despertar, onde sempre me veem ao norte, sou e vivo ao sul. Do celeste sul, onde emano dos olhos da alma, do espelho côncavo, por onde flui o inverso dos sonhos. Estou lá, sempre que o sono o toma e respondo as perguntas dos seus anseios. Adormeço por dois pares das conjecturas que simbolizam a vida, renasço após uma semente ser entregue ao universo e quando os gases que encobrem as camadas vertentes da terra, eu assumo. Por base das minhas forças serem redobradas, repouso e reinicio ao valor dos cromossomos. Tomando a força anterior e replicando as forças do mero perdão. A conjectura sagrada. Com a minha mão na alavanca do tempo recrio do ponto hexagonal, irradio e reordeno a vida e a morte. Dentre as camadas da vida apenas os que me deix

A Deusa e o Canto da Origem

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A DEUSA E O CANTO DA ORIGEM   A harmonia pulsa em seu nucléolo onde por meio do som acústico cria as vibrações formando os éolos e deles trazem e levam poeiras, centeias vivas da carne originando o homem. Mediante a criação divina na matéria pura, a deusa continua a melodiar. O gemido crepuscular da voz timbra em tons leves e pesados o serpentear da enorme cobra. Em seu umbigo cita as leis e dela desdobra a linha de ouro do tempo, que por intermédio da força pulsante gira o quinhão. Ela então, jamais parou de cantar e cada melodia decodifica a sua mensagem divina, dando por origem a criação de todas as coisas vivas ou inanimadas. Na teia que dorme lança a linha e nela impregna com o toque da sua unha, na qual infecta de tempo. A forma como doa para o universo torna a ela para que ninguém possa descobri-la. O canto ainda que por todo o tempo vibra e que nela está engendrado a sua forma. Ela o chama de momento , uma passagem livre no vácuo e que naquele espaço ela deixa desen

A Deusa e o Quinhão de Ouro

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A DEUSA E O QUINHÃO DE OURO   Desde que o homem assimilou a ideia de transformar a história real em contos de fadas e heróis, viu por meio dos poetas uma forma segura de esconder a verdade absoluta do tempo, da estratégia e de todas as áreas que governam o mundo. Tão-somente, os homens que queiram conhecer a verdade pudessem acessá-las. Memórias que não se guardam em arquivos físicos, mas nas memórias do próprio tempo. Os seres buscam o conhecimento em todos os lugares, são ensinados por ordens hierárquicas, aprendem línguas e disciplinas. São treinados a ouvir, a falar, a andar e se comportar. Os ouvidos atentos ao mundo exterior, o paladar adocicado das trivialidades alheias, o andar lento para caminhar entre tudo que é moldado ao telespectador do mundo visível. O intelecto pronto a ser esmiuçado pela ordem que melhor pode usá-lo. Uma máquina pronta a ser dedilhada, manipulada e complacente para a sociedade. O ser aprende desde cedo os seus medos, as suas fraquezas, o que e

A Deusa e o Corpo Lúteo

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A DEUSA E O CORPO LÚTEO   Seria manifesto dizer que o Universo em suas camadas ionizantes recria um processo contínuo de vida. A estrela chave do universo que traz consigo todas as substâncias produtivas para o homem como se a parte nucléica do íntimo ainda em ressonância com o homem sonha. Em milhões de anos as suas camadas vertentes do tempo foram afinando e em mais de suas milhões de malhas, causara um certo impacto no núcleo por motivações da humanidade e desmotivações terrestre. Quão intensamente as camadas do próprio homem em desordem. E, no íntimo da terra como o relógio pulsante e contínuo ele ainda recria em números o poder de sua valência. Na regra da camada mais profunda a deusa sente, vibra e grita. O som cria a vida e a existência ainda é permitida. Na clave entoante dela os polos se formam e as definições de sua força jamais regressa, apenas segue. Nessas castas enigmáticas do tempo em que entram os vácuos, a matéria pura da ordem e do caos, desliga-se da unidad

A Deusa e a Ciranda de Energia

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A DEUSA E A CIRANDA DE ENERGIA   A sequência molecular atômica atua na forma polarizada e ionizada gerada por eletromagnetismo. Essa forma de energia na qual criou a sua linha digitável, ou seja, o código invisível que em seu raio comanda, exprime e purga a força subjacente da vida, inicia as suas divisões do uno. Do tempo, ao dois, da energia quatro, em conjuntos. A regra diretora definiu já por base das suas divisões na primeira fase, onde por sequência genética expandem por força giratória e oscilares. Então, as subdivisões continuam. O código universal chaveado entrou na corrente orgânica e no vácuo, na matéria pura, são criadas as seções. Onde os cálculos genéticos definidos pela ionização do vácuo recriam nesse campo hermo, em sentido de espaço, a soma da próxima multiplicação, divisão e chave. As chaves são os comandos universais e essa sequência que já dividiu e criou o seu molde, repousa. O nível intelecto que dirige o processo humano para a criação ainda resiste aos

A Deusa e os Tributos de Leis

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A DEUSA E OS TRIBUTOS DE LEIS   Numa esfera terrestre como esta é difícil acessar outras dimensões, a não ser por efeito de mantras. Além, do que o mundo visível nos mostra, em meios à bolhas de verdades encobertas e mentiras expostas, escondido, por trás do véu da deusa está a verdade sendo nutrida pelas sombras, pelo meio, por entre o ponto que gira, progride, reprocessa e volta ao eixo. Antes da terra ser povoada e nela existindo o vazio primitivo, onde os recursos dela sendo transformados em deuses de carne e ossos. Havia o tão ponto subestimado e crucial ponto, na qual foi designado pelo poder umbilical que injetou as forças e encorou a gravidade. Essa força subestimada e transformada mais tarde por peso, grau e medida até no entendimento desmerecedor de mercenários que transformavam atos divinos em propriedade. — Em seu ponto iniciativo de vida existiu o primitivo precursor ser que depredaria partes do nível mais profundo em questões inteiramente irreversíveis? A resposta f

A Deusa e a Nova Genoma

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  A DEUSA E A NOVA GENOMA   O ambiente do mundo microcosmo dentro do ambiente macrocosmo refute desafios ao homem desde que o identificou como parte da criação inteligente do universo. Contendo em nós o desencadeamento perfeito da sequência que compõe em maestria genética. Ainda somos capazes de formular inúmeras perguntas sobre quem comanda toda a maestria que segue como líderes invisíveis e duros. Abrindo energicamente a replicação, da hélice que molda e que genuinamente estipula a sua formação ou a sua destruição. Em sua sondagem ambiente, o tempo na qual formula a iniciação do todo pode ser comparada como a lunação das duas luas cheias e a sua vista em tempo de aparecimento. Tudo em conformidade ao dezenove. Em vista de que nós somos a cópia do holograma negativo, como a oxidação aberta e fechada. Em respectivo, em citação dada, no nascimento onde o zigoto aguarda o andamento de sua chave iniciadora, a linha digitável para destravar a sua escala miríades da vida, salva uma

A Deusa e a Limalha do Tempo

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  A DEUSA E A LIMALHA DO TEMPO Na atualidade, o homem explora o universo galáctico, em sua imensidade de constelações se vê como a cabeleira do cometa que visita a terra aproximadamente, de setenta em setenta anos. Ainda por teorias como as perguntas do próprio homem em evolução. Em sua esfera de mensagem que ao atravessar um ponto visível ou não na atmosfera, deixa gases que sublimam no ar quando aproximam do sol. Parte desses gases, nas quais o homem já identificou, mas ainda não cultivou a fundo do núcleo por ser de forma inexplorada em custo e tempo. O homem poderia iniciar uma jornada de pesquisa no núcleo abaixo dos pés, mas não viveria para ver o resultado, seria anos de pesquisa, caro e não haveria submarinos tão potentes que atravessaria o anel de fogo da eterna deusa. Cabe o homem viver por suas teorias aplicáveis, sustentáveis, e eficazes que os deixa adequados a uma explicação razoável para a sua existência. Mas, em demonstrar tanto interesse às teorias nas quais nos levam

A Deusa e o Guarda - Chuva de Ártemis

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  A DEUSA E O GUARDA – CHUVA DE ÁRTEMIS A física iniciou-se a partir de quando a humanidade passou a analisar os efeitos naturais, porém, abandonou todo o esquema divino. Pois, a ciência pura em efeito ao eletromagnetismo pedia o intelecto do homem e a parte nobre dele para que ambos, os acoplassem. Como a direção do campo magnético, o imã. Referencialmente, no campo da filosofia natural, onde a física despertara do sono dos homens à metafísica, esse nível de aprofundamento e exploração profunda da natureza acordara de repente, do sono ao desespero, de infiltrar os campos nas quais ele próprio se distancia. De tempos em tempos o universo recria seus pensadores, e naquela época onde Platão e Aristóteles como os influentes por direcionar a luz aos olhos do resto da humanidade, apenas viram um reflexo que os direcionou aos fundamentos da emanação do que se pode lucrar. Nada é tão bélico quando não consegue medir, posicionar e replicar, na ênfase de criar um módulo na qual se é suportado p

A Deusa e a Liberdade

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A DEUSA E A LIBERDADE — Hoje terás que sair do seu quarto! — Acabou o luxo dessa conspiração que possui entre a sua honra e o resto do palácio. — Não poderás chorar para uma das suas criadas que te escovam, te limpam e te dão de comer em pratos de porcelana. — Foi bem educada e sabes que hoje finalmente chegou o dia. O dia do seu casamento. Em outrora. Aos seis anos de idade, perdera a mãe e desde a sua infância, seu pai achou certo educa-la ao nível de que todos da corte a reverenciavam como uma dama. Todos os dias ela e o pai acordavam às cinco horas e se banhavam na água gelada do rio, cavalgavam os cavalos selvagens e de lá ela seguia a rotina de etiqueta e línguas. Aprendera a usar todas as ferramentas e armas. Tornara-se campeã em esgrima e corridas de cavalo. Domou os piores cavalos e aos quinze anos havia se tornado uma mulher ao crescer rapidamente devido os exercícios com os cavalos. Aparentemente linda e chocante, suave, serena e perigosa. Nos bailes a viam como a sedutora m

A Deusa e a Arte da Guerra

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  A DEUSA E A ARTE DA GUERRA — Diga-me. — Quais as formas de conter outra invasão? — Já que os líderes que comandam parte da guerra se foram em menos da metade, antes de seguir para o sul? — Quero todos na ala de arena antes do amanhecer. — Sim senhor. — Disse um dos soldados do rei de Havilá juntamente com os associados de Haico. Ainda que havia inúmeros conselheiros, a destruição de suas terras, da captura de rebeldes e dos que protegiam o lendário fundador de armênia, corria entre parte do mundo as águas que eles não podiam conter. Os quatro rios do paraíso. Naquelas águas corriam o sangue fértil do coração do mundo, o ouro, o petróleo, a sardônica. Eles esqueceram de imediato que o doce da água se perdera com a abundância de bdélio. Uma goma aromática que falsificaria a mirra e que adiante seria usado na medicina, mas que o amargo definitivo não lhes prazeria o proveito para salientar a sede. O braço de Eufrates se dividia, seus estágios de poder político se estenderam mais do que

A Deusa e o Pássaro

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  A  DEUSA  E  O  PÁSSARO Abruptamente um som de asas juntamente com um enorme estrondo perfurou o teto, caindo em redemoinho sobre a minha cabeça ao travesseiro. Assustei-me, ao ver o enorme pássaro que comunicava apenas com o olhar, viera das plêiades a mando da mãe de todas as sementes estelares. Ainda inerte com os olhos arregalados, tentei puxar uma mecha do meu cabelo que estava sendo pinoteado pelos seus pés. O peso dele sobre a força quando puxei não parecia ser um simples pássaro, mas algo que continha a mesma densidade dos minérios do fundo do mar, quando as lascas de estrelas se rompem devido a explosão de hidrogênio e se formam as partes de ouro. Ele, por sua vez em sintonia com o desespero que eu o contemplava, fechou as enormes asas e num piscar de olhos toda a densidade desapareceu. Me vi diante dele sobre as nuvens espessas no céu prontas a serem escaldadas. As águas que de lá desciam molhavam toda a cidade que eu via sob os meus pés. Vi enormes edifícios que ao longe p